Quarta, 15 de Fevereiro de 2023
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (BNDES), indicado pelo ex-presidiário Lula (PT), Aloízio Mercadante, tentou minimizar, nesta segunda-feira (13), o empréstimo feito pelos governos petistas no passado e não quitados pelo ditador Nicolás Maduro.
- Você pode ter uma renegociação de dívida, mas você não faz um financiamento para quem está inadimplente. Nunca foi mais do que 1,3% o desembolso do BNDES para o financiamento de serviços no exterior. Nunca foi relevante. Parece que é o centro do BNDES, mas é um problema completamente marginal diante do que são os volumes que o BNDES empresta - alegou o petista, em entrevista ao Portal UOL.
Juntas, a dívida de Cuba e Venezuela já chega aos R$ 3,539 bilhões com o BNDES. Porque, durante os governos de Lula e Dilma, os financiamentos liberados para obras nos dois países atingiram os R$ 10,9 bi (US$ 2,1 bi) que os esquerdistas não honraram o pagamento.
Ainda assim, Mercadante reduziu o impacto do rombo e declarou:
- Ao BNDES, ela (Venezuela) não deve nada porque nós tínhamos um fundo garantidor. Isso é um problema do governo federal e do governo venezuelano - despistou.
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