Sábado, 26 de setembro de 2026
“Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório”, afirmou o clube. O Flamengo defende regras mais duras e punição para quem descumprir a lei, mas sustenta que uma proibição afetaria também o futebol feminino, as categorias de base, os empregos e a arrecadação de impostos.
Bap disse que a conta do Flamengo inclui patrocínios e outros contratos ligados ao setor. Para ele, o impacto no futebol brasileiro seria bilionário. O clube também argumenta que o fim das empresas autorizadas não acabaria com as apostas e poderia ampliar o mercado clandestino. Trata-se de uma estimativa do dirigente, já que a proibição ainda não foi adotada.
Lula tem afirmado que pretende acabar com as bets e criticou a dependência dos clubes desse dinheiro. O governo prepara uma medida provisória para endurecer as regras do setor. A reação do Flamengo se soma à de outros clubes da Série A que já se manifestaram contra a possível proibição
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