A operação da polícia no Portal do Sol, em Extremoz, mira o criminoso mais procurado do Rio Grande do Norte, o 01 da listagem, identificado como Marcelo Jhonny Viana Bastos, vulgo Pica-pau.
De acordo com a polícia, ele é responsável por diversos assaltos a bancos e instituições financeiras no estado. Além disso, o criminoso é suspeito de envolvimento na morte do vigilante Janielson Carvalho Correia, em agosto do ano passado, durante um assalto a um carro-forte no estacionamento de um supermercado no bairro Capim Macio, zona Sul de Natal.
Durante a ação deste sábado (26), que já dura há várias horas na Grande Natal, uma intensa troca de tiros está sendo registrada. A ocorrência conta com a participação da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal, além da utilização do helicóptero Potiguar 02. A ação ainda não foi concluída.
O motivo da confusão na qual uma mulher sacou arma e atirou para cima próximo à Barreira do Inferno, neste sábado (26) foi a denúncia de que veículos estariam fazendo passeios turísticos 4×4 pelas dunas da região de forma clandestina.
A discussão começou quando um grupo de jipeiros locais realizava uma ação para denunciar estes motoristas e os veículos utilizados. Fo nesse momento que uma passageira armada reagiu, alegando ter se sentido ameaçada e efetuou os disparos para cima. Apesar do perigo, não houve registro de feridos.
A cena foi registrada em vídeo e rapidamente se espalhou pelas redes sociais. A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência, mas não há informações oficiais sobre a identificação ou detenção dos envolvidos no caso.
Jipeiros legalizados cobram ação da Polícia Ambiental e do Governo do Estado. Eles denunciam que a atuação de clandestinos compromete a segurança dos turistas e a imagem do turismo local.
A bancada do PSOL na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) protocolou um pedido de impeachment contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Para os parlamentares, o chefe do Executivo paulista cometeu atos de improbidade administrativa ao reagir com críticas ao governo Lula após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.
“Estamos protocolando um pedido de impeachment contra o governador pelos atos de improbidade administrativa contra o povo de São Paulo e do Brasil”, afirmou o deputado Guilherme Cortez (PSOL-SP), um dos autores do pedido.
Uma nova subvariante do coronavírus, batizada de XFG, foi identificada em circulação no município do Rio de Janeiro.
O alerta foi feito pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), responsável pelo sequenciamento genético dos vírus em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Para saber mais detalhes, acesse o jornal O Republicano, parceiro do JCO. Clique aqui:
A CazéTV, canal digital comandado pelo streamer esquerdista Casimiro Miguel, tornou-se alvo de uma campanha de boicote nas redes sociais após exibir piadas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e rumores de que a emissora teria vínculos com a Rede Globo.
As ironias foram feitas durante a transmissão ao vivo do programa "Copazona", no último sábado (19), com participação do humorista Marcelo Adnet
Durante o quadro, Adnet brincou com a operação da Polícia Federal (PF) realizada na casa de Bolsonaro, mencionando um suposto "pen drive" encontrado no banheiro do estúdio da CazéTV.
“Tivemos uma batida aqui. A Polícia Federal entrou e encontrou no banheiro do Cazé um pen drive que será aberto aqui ao vivo e que revelará quem é a verdadeira dona da CazéTV. Dica: começa com ‘plim’ e acaba com ‘plim’”, disse, em alusão à vinheta da Globo.
As piadas não pararam por aí. O comediante também fez referência às medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Bolsonaro.
“Quem está aqui é nossa repórter reborn, que está impedida de se manifestar porque está com a tornozeleirinha. Acabou fazendo besteirinha. Vou até tirar o microfone dela”, declarou Adnet, ironizando o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente.
Outro participante completou:
“Ela não deveria nem estar aqui neste horário. Já deveria estar em casa”, aludindo à restrição de circulação noturna imposta a Bolsonaro.
As declarações provocaram reações imediatas de usuários nas redes sociais, especialmente entre apoiadores de Bolsonaro, que acusaram o canal de promover “lacração”.
Segundo o jornalista Thiago Asmar, o 'Pilhado', a Cazé TV "perdeu cerca de 200k inscritos depois da politização descarada que fizeram pra esquerda";
"Não acho que perderão nada com isso, mas acho sim que vão pensar duas vezes, antes de se politizarem de novo."
O Jabuti é o mais importante prêmio de literatura do País. É dividido em várias categorias, sendo uma delas a de Direito. O ministro Alexandre de Moraes teve a sua obra “Democracia e Redes Sociais: o desafio de combater o populismo digital extremista” selecionada como finalista.
São várias camadas em uma notícia tão curta. A primeira e mais óbvia é o velho ditado “jabuti não sobe em árvore”. Portanto, se Xandão chegou na árvore de um prêmio de literatura, alguém colocou lá.
Desconheço os critérios do júri, mas a julgar pela qualidade do texto dos despachos do ministro, o revisor deve ter tido bastante trabalho. Ou talvez tenha havido um ghost writer. Se for o caso, parabéns, ghost writer.
Mas quem sabe a qualidade literária não tenha sido o critério utilizado. A exemplo de certas indicações para a Academia Brasileira de Letras, o que vale não é exatamente o talento literário, mas a agenda e as influências. E que agenda e que influências, no caso.
O título da obra, em si, é intrigante. Procurei a tipificação penal de “populismo digital extremista” mas não encontrei. O que me leva a perguntar o que um júiz tem a dizer sobre uma categoria política. Talvez o livro tenha sido escrito para justificar suas ações à frente do inquérito das fake news. Se for esse o caso, talvez a categoria mais adequada fosse a de ficção jurídica. Fica a dica para os organizadores do Jabuti.
Notem a sutileza do título, que mostra a destreza do autor nas lides da língua pátria. Não se trata de qualquer populismo. Não! Nem sequer o “populismo digital” é um problema. O combate deve ter o objetivo de acabar com o “populismo digital extremista”. Fiquem, portanto, descansados os populistas e os populistas digitais. O bom combate só será dirigido ao “extremismo”. O que isso significa fica a critério de cada um. Afinal, uma boa obra literária deixa espaço para que o leitor exercite a sua imaginação.
A palavra “desafio” não está lá à toa. O fato de as casas legislativas ainda não terem tipificado o “populismo digital extremista” não impediria o ministro-escritor de cumprir o seu dever. Talvez o livro descreva pormenores do desafio de julgar sem lei, preenchendo o vácuo legislativo, mas mantendo-se firme no discurso da separação de poderes. Um senhor desafio.
Por fim, o título tinha que ter “democracia”, palavra-chave que abre as portas da boa vontade da intelectualidade brasileira. Sabemos que quem se coloca ao lado da democracia está do lado do bem. O júri do jabuti não perderia essa chance de também combater o bom combate. Porque, como sabemos, os extremistas são sempre os outros.
Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que atuou como vice-presidente durante o governo de Jair Bolsonaro, afirmou acreditar que a vitória do ex-presidente nas eleições de 2022 teria sido garantida caso ele próprio tivesse permanecido na chapa.
A declaração foi feita em entrevista à Folha de S.Paulo.
Mourão sugeriu que, com sua presença como vice, tanto Bolsonaro quanto Walter Braga Netto – que o substituiu na campanha – não estariam enfrentando atualmente as acusações no processo que investiga tentativa de golpe de Estado.
Ao comentar o afastamento de Bolsonaro antes da campanha, o senador relembrou:
"Quando o Bolsonaro escolheu, não quis mais que eu fosse o vice dele, ele deixou de me chamar para reunião ministerial, eu não participei de mais nada.
Eu acho que, se eu tivesse sido o candidato a vice dele, nós teríamos ganho".
Indagado sobre o que poderia ter mudado caso a vitória tivesse ocorrido, Mourão resumiu com ironia:
"Nada, não tinha acontecido nada, estava todo mundo feliz da vida, pô."
O governo brasileiro, por meio de nota oficial do Itamaraty, mais uma vez se alinha ao lado errado da história. Em vez de defender os princípios da verdade, da justiça e da soberania nacional, o Brasil opta por ecoar a narrativa do grupo terrorista Hamas, ignorando os fatos e traindo sua própria tradição diplomática de equilíbrio.
A nota do Itamaraty ignora de forma deliberada o massacre promovido pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, quando terroristas assassinaram brutalmente civis israelenses (inclusive bebês, mulheres e idosos) e sequestraram centenas de pessoas, muitas das quais ainda seguem em cativeiro. A ausência de qualquer menção a esses reféns, bem como a completa omissão sobre o papel do Hamas na origem e na perpetuação do conflito, evidencia uma posição ideológica enviesada e perigosamente conivente com o terror.
Em resposta, a Confederação Israelita do Brasil (CONIB) denunciou com firmeza esse rompimento com a tradição diplomática brasileira, ressaltando que o governo Lula tem adotado uma política externa desequilibrada, que distorce os fatos para demonizar Israel. A CONIB lembrou ainda que a acusação de genocídio, apresentada por países aliados do Hamas, é perversa e desonesta, considerando que o termo foi criado justamente para descrever o Holocausto, o extermínio de mais 6 milhões de judeus pelos nazistas.
Israel, por sua vez, age em legítima defesa. Nenhuma nação do mundo permaneceria passiva diante de um ataque tão bárbaro e covarde como o que ocorreu em outubro de 2023. A operação militar em Gaza busca eliminar a ameaça terrorista que usa civis como escudos humanos e que transforma escolas, hospitais e mesquitas em arsenais de guerra.
A verdadeira tragédia é ver o Brasil servindo de caixa de ressonância para uma propaganda distorcida que alimenta o ódio e a mentira. Ao invés de se posicionar ao lado da democracia israelense, o governo brasileiro opta por justificar o terrorismo, silenciar sobre os reféns e atacar quem se defende.
O povo de Israel não está sozinho e jamais estará. Já o governo brasileiro, ao escolher dar voz ao Hamas, fala apenas por si mesmo. Não em nome do Brasil.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que o sistema brasileiro prefere vê-lo morto a vê-lo preso.
Bolsonaro disse não temer a morte, mencionando que já “passou por ela” ao mergulhar, saltar de paraquedas e ao sofrer uma facada, ocorrida em 19 de agosto de 2018.
“Eu preso vou dar problemas para eles.
Não, eu já passei pela morte mergulhando, saltando de paraquedas e na facada.
Eu acho que ninguém quer morrer, eu não sou um suicida. Eu não sou imortal.
E sempre digo uma obviedade que, quando o ser humano consegue entender que ele é mortal, ele muda seu comportamento”, declarou Bolsonaro.
Condenado no escândalo do Mensalão, o ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha (foto em destaque) foi convidado publicamente a voltar para a política pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma agenda em Osasco, na Grande São Paulo, nesta sexta-feira (25/7).
Lula citou João Paulo Cunha duas vezes em seu discurso, dizendo para o ex-deputado petista abandonar sua carreira de advogado e voltar a atuar como político. O ex-presidente da Câmara dos Deputados é considerado um dos principais personagens do escândalo do Mensalão e cumpriu pena por corrupção.
“João Paulo, você trata de voltar para a política, para de ganhar dinheiro como advogado em Brasília, pô! Para de querer ganhar dinheiro em Brasília, vem para porta de fábrica fazer comício”, disse Lula nesta sexta-feira (25/7).
João Paulo estava na plateia durante o evento que anunciou investimentos para o Novo Pac e foi ovacionado durante discurso do vice-governador Geraldo Alckmin (PSB). O ex-deputado iniciou a trajetória política nos sindicatos de Osasco, onde foi vereador nos anos 1980.
Envolvimento no mensalão
Em 2013, João Paulo Cunha foi condenado por corrupção passiva e peculato no escândalo do Mensalão. Três anos depois, o Supremo Tribunal Federal (STF) perdoou o ex-deputado.
João Paulo foi presidente da Câmara dos Deputados entre os anos de 2003 e 2005, auge do esquema de propina para parlamentares no primero governo Lula. Cunha não foi cassado pela Câmara, ao contrário do ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, condenado no mesmo escândalo.
João Paulo cumpriu mais de dois anos de prisão nos regime semiaberto e aberto e pagou multa de R$ 909 mil.
O senador Marcos do Val (Podemos-ES) teve bloqueadas suas contas bancárias, cartões e transações via Pix por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi tomada após o parlamentar viajar aos Estados Unidos, mesmo estando sob restrições judiciais e com passaporte retido por decisão do próprio Moraes. Apesar disso, Do Val embarcou para Miami na quarta-feira, 23 de julho, utilizando um passaporte diplomático.
O senador, que é investigado por tentativa de obstrução de Justiça, tornou-se alvo de nova controvérsia ao deixar o país sem a devida autorização do STF. Fontes apuraram que Moraes indeferiu o pedido formal de viagem feito por Do Val, o que torna a ida ao exterior um potencial descumprimento de ordem judicial.
Em nota oficial, o parlamentar afirmou que havia comunicado previamente sua viagem ao Supremo e negou qualquer atitude irregular.
“Apesar de está [sic] sofrendo graves violações das minhas prerrogativas parlamentares, até o momento, não há qualquer decisão judicial válida que restrinja a minha liberdade de locomoção. Continuo exercendo plenamente meu mandato e mantendo agendas institucionais”, declarou.