martins em pauta

sábado, 14 de junho de 2025

URGENTE: Bolsonaro age rápido, descobre "mentira" de Cid e delação pode ser anulada

 Sábado, 14 de junho de 2025





Segundo a publicação, Cid teria descumprido uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, que lhe proibia qualquer forma de comunicação durante o período em que estava submetido a medidas cautelares.

Durante o interrogatório realizado na última segunda-feira (9), o militar afirmou que não teria utilizado redes sociais enquanto vigoravam as restrições judiciais. No entanto, a Veja divulgou na quinta-feira (12) imagens de mensagens atribuídas a Mauro Cid, enviadas por um perfil com o nome “Gabriela R”, em diálogo com uma pessoa próxima ao ex-presidente. A reportagem indicou que Cid apresentava, nesse contexto, versões divergentes das que foram formalizadas em seu acordo de colaboração com a Justiça.

As informações foram repercutidas pela CNN e levantaram questionamentos sobre a validade do depoimento do militar. Diante do novo cenário, Bolsonaro declarou:

“Essa delação deve ser anulada. Braga Netto e os demais devem ser libertos imediatamente. E esse processo político disfarçado de ação penal precisa ser interrompido antes que cause danos irreversíveis ao Estado de Direito em nosso país”.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Os prints vazados de Mauro Cid e o fim da desastrosa gestão de Lula

Sábado, 14 de junho de 2025

Com a polêmica da mentira, o ajudante de ordens volta para cadeia, mas a pergunta é: A delação é anulada, ou apenas vão prender Cid?

Embora as questões da denúncia sejam importantes, não podemos deixar passar o escândalo de ontem: Lula pediu ao STF  para que todos os processos ligados ao escândalo do INSS, fossem suspensos.

Isso é suficiente para enterrar de vez a gestão Lula. Espero que a oposição aproveite.

Foto de Victor Vonn Serran

Victor Vonn Serran

Articulista


Fonte: Jornal da Cidade Online

Ataque de Israel é arrasador e mata importantes autoridades iranianas

 Sábado, 14 de junho de 2025




Além de Bagheri e Salami, o Irã também confirmou as mortes dos cientistas nucleares Mohammad Mehdi Tehranchi e Fereydoon Abbasi.

No caso da Guarda Revolucionária, a instituição é o braço mais poderoso do Exército do país e foi fundada após a Revolução Islâmica de 1979. Atualmente, as tropas protegem os líderes do governo e fiscalizam os protestos nas ruas, entre outras funções.

As Forças de Defesa de Israel atingiram dezenas de alvos no território iraniano. Explosões foram registradas em Teerã e várias cidades do país. Os militares afirmaram que a operação tem como objetivo impedir o avanço do programa nuclear do Irã.

Logo após os bombardeios, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez um pronunciamento afirmando que o principal alvo foi a usina de Natanz, considerada o centro do programa de enriquecimento de urânio do Irã. Segundo ele, cientistas envolvidos nesse programa também foram alvejados.

"Estamos em um momento decisivo na história de Israel", declarou Netanyahu. Ele afirmou ainda que os ataques continuarão "por quantos dias forem necessários", com o objetivo de conter o que chamou de "ameaça iraniana à própria sobrevivência de Israel".

O ministro da Defesa, Israel Katz, declarou estado de emergência e determinou o fechamento do espaço aéreo israelense, como medida de precaução diante de possíveis retaliações.

Os Estados Unidos negaram envolvimento direto na operação. De acordo com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, Washington foi informado, mas não participou da ação.

O ataque acontece em meio à escalada nas tensões entre Israel e Irã e às alegações de que Teerã estaria em estágio avançado no desenvolvimento de armas nucleares. Um oficial das Forças Armadas israelenses afirmou que o Irã já possui urânio suficiente para produzir bombas nucleares.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Advogado de Trump sai em defesa de Eduardo e dá recado a Moraes

 Sábado, 14 de junho de 2025



De Luca denunciou a postura autoritária do ministro, comparando a atuação de Moraes a regimes claramente antidemocráticos, como os da Coreia do Norte, Irã e Venezuela.

“Nem Alexandre de Moraes, no Brasil, nem juízes da Coreia do Norte, Irã ou Venezuela podem censurar dissidentes quando eles estão em território dos Estados Unidos. A Constituição americana, especialmente a Primeira Emenda, garante liberdade de expressão e proteção contra censura”, destacou o advogado.

O ponto central da controvérsia é a ação judicial movida pela Trump Media e pela Rumble contra Alexandre de Moraes, que pede o reconhecimento da ilegalidade das chamadas “ordens secretas de censura extraterritorial” emitidas pelo ministro, bem como a responsabilização pessoal dele.

Segundo a denúncia, Moraes teria encaminhado mandados sigilosos para empresas americanas sem notificar o governo dos EUA, numa tentativa de censurar conteúdos e contas da Rumble de forma autoritária e clandestina.

Martin de Luca esclareceu que a forma correta de atuação seria o ministro encaminhar suas demandas via canais diplomáticos e judiciais oficiais, respeitando a soberania americana, e não usando meios secretos que ferem princípios democráticos.

Além disso, o processo ganhou novos elementos, com a inclusão da denúncia de que cidadãos e dissidentes políticos manifestando-se nos EUA também têm sido vítimas dessas ordens de censura ilegais.

A ação requer que Alexandre de Moraes seja responsabilizado pessoalmente, reforçando a necessidade de combater abusos de poder do STF que ameaçam direitos fundamentais e a liberdade de expressão, pilares essenciais para a democracia.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Eduardo vai até a Casa Branca e não perdoa Lula e Moraes

 Sábado, 14 de junho de 2025





Segundo os participantes da reunião, o objetivo foi compartilhar diretamente com a equipe de Trump o teor da manifestação brasileira.

“Nós levamos a declaração do governo Lula ao conhecimento da Casa Branca, já que estávamos em linha direta com eles. Eles [integrantes do governo Trump] não se surpreenderam com a posição do Lula”, relatou Paulo Figueiredo, que participou do encontro ao lado de Eduardo Bolsonaro.

No documento emitido pelo Ministério das Relações Exteriores, o Brasil expressou “firme condenação” ao ataque israelense e afirmou acompanhar “com forte preocupação” a ação, que teria violado o direito internacional. A nota reforça uma tendência do atual governo brasileiro de assumir uma postura crítica frente a Israel, aliado estratégico dos Estados Unidos.

Além do tema internacional, o encontro também tratou de questões jurídicas envolvendo o Supremo Tribunal Federal. Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo buscaram sensibilizar o governo norte-americano a avançar na análise de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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