A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) reafirmou seu compromisso com a imparcialidade ao analisar as representações apresentadas pelas defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro e do general Braga Netto. As representações questionam a falta de acesso completo às provas no processo que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado.
Em nota divulgada nesta quinta-feira (20), a OAB declarou que todos os pedidos relacionados a possíveis violações do livre exercício profissional são tratados com seriedade e imparcialidade, independentemente das partes envolvidas ou do contexto. A entidade assegurou que a análise será técnica e objetiva, conforme sua prática habitual.
O advogado de Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, manifestou nas redes sociais preocupação com a restrição de acesso às provas coletadas durante a investigação. Segundo ele, apenas os elementos selecionados previamente pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República foram disponibilizados, o que comprometeria o pleno direito de defesa.
O julgamento do "núcleo 1" da denúncia, que inclui Bolsonaro e Braga Netto, está agendado para os dias 25 e 26 de março na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Até o momento, os pedidos das defesas para acesso integral às provas têm sido negados pela Corte, sob a justificativa de que os advogados já possuem os elementos necessários para a defesa.
O presidente da OAB, Beto Simonetti, destacou que todo ato judicial deve ser transparente e que cabe ao Supremo medir o reflexo da comoção social nos julgamentos.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) revelou, em entrevista à CNN nesta quarta-feira (19), que não pretende retornar ao Brasil enquanto o ministro Alexandre de Moraes permanecer no cargo.
Já fazem mais de 20 dias que Eduardo tem permanecido nos Estados Unidos, buscando apoio político para pressionar por sanções contra Moraes.
Em declarações contundentes, ele classificou as ações do ministro como "fora de controle", denunciando o que considera uma perseguição contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e outros opositores do governo atual.
Na entrevista, Eduardo Bolsonaro explicou que solicitou ao Congresso Nacional uma licença de 120 dias, mas afirmou que considera "muito difícil" retornar ao país dentro desse período.
Segundo ele, sua volta só será possível se houver mudanças significativas na situação política e jurídica do Brasil.
”Para que eu possa voltar com segurança — como uma pessoa que não cometeu crime e tem o direito de transitar livremente, e como um parlamentar que deve poder exercer seu mandato — é imprescindível que Alexandre de Moraes deixe o cargo."
O deputado argumenta que, enquanto Moraes permanecer no Supremo Tribunal Federal (STF), o ambiente no Brasil será de insegurança jurídica para opositores do governo.
Eduardo Bolsonaro afirmou que sua presença nos Estados Unidos tem um objetivo claro: pressionar para que o governo americano adote sanções contra o ministro Alexandre de Moraes.
”Minha missão aqui nos Estados Unidos é justamente pressionar para que ele seja responsabilizado e colocado em seu devido lugar por meio de sanções.
“Já não acredito que seja possível sequer um diálogo. Aliás, seria estranho falar em diálogo com juízes, pois eles deveriam se ater às leis. Mas, como no Brasil a situação virou uma completa bagunça, essa possibilidade acaba sendo considerada."
Ele critica duramente o ministro do STF, afirmando que sua atuação extrapola os limites da magistratura e que suas decisões não seguem princípios básicos do direito.
O tom mais forte da entrevista veio quando Eduardo Bolsonaro descreveu o comportamento de Moraes de maneira contundente, afirmando que ele age sem qualquer escrúpulo moral ou institucional.
”O Alexandre de Moraes está completamente fora de controle. Seu comportamento tem sido o de um psicopata: ele não demonstra compaixão nem pelas pessoas mais vulneráveis que estão presas. Além disso, não garante o direito à ampla defesa no processo de Jair Bolsonaro."
O parlamentar também citou um episódio recente em que a defesa do ex-presidente solicitou mais tempo para apresentar documentos no processo, mas teve o pedido negado. Segundo ele, essa decisão evidencia o que chamou de perseguição política.
"Um simples pedido de dilação de prazo feito pela defesa do ex-presidente foi negado por ele — um direito que até traficantes recebem no Brasil."
Por fim, Eduardo Bolsonaro afirmou que sua atuação nos Estados Unidos visa aumentar ainda mais a pressão internacional contra Moraes e contra o que considera uma escalada autoritária no Brasil.
"O que está acontecendo é uma perseguição. E enquanto o perseguidor continuar no poder, fazendo as maldades que bem entender, o Brasil não será um lugar seguro. Certamente, a atuação aqui nos Estados Unidos aumentará ainda mais a pressão contra ele e contra o Brasil."
Durante a manifestação em Copacabana, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou que excluir sua candidatura das eleições de 2026 significaria um atentado contra a democracia brasileira. Além disso, trouxe à tona um fato extremamente importante sobre o ano que vem.
O ex-presidente também mencionou sua "esperança" em relação à disputa de 2026, citando a futura presidência do TSE. Ele destacou que o ministro Kassio Nunes Marques, atual vice-presidente do Tribunal e integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), assumirá a chefia da Corte Eleitoral em agosto de 2025, com o fim do mandato da ministra Cármen Lúcia.
Com isso, Nunes Marques estará à frente da organização do pleito presidencial de 2026, tendo como vice o ministro André Mendonça, também integrante do STF. Ambos foram indicados ao Supremo pelo próprio Bolsonaro durante seu governo.
"Uma esperança para nós: o TSE, Tribunal Superior Eleitoral, por ocasião das eleições do ano que vem, será o tribunal isento, diferente daquele que conduziu as eleições em 2022", afirmou o ex-presidente.
Vale ressaltar que uma possível reversão da inelegibilidade de Bolsonaro pode ocorrer justamente no TSE - já que foi a própria Corte que o condenou. Tudo leva a crer que, no momento certo, isso deve ser colocado em prática. Será uma verdadeira reviravolta!
Um kit de livros que acaba de ser lançado, chamado "COMBO 2026", chegou para descrever com exatidão o que, de fato, está acontecendo no Brasil atualmente. Com a valor bem abaixo, a ideia do COMBO 2026 é fazer com que a verdade sobre 2022, sobre o petista Lula e sobre o Capitão Bolsonaro chegue ao máximo de brasileiros possíveis. Não perca essa oportunidade de ter esse material raro e histórico na sua casa... Caso tenha interesse, clique no link abaixo para conhecer esse lançamento:
O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, anunciou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro será o candidato da legenda ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026. Segundo Valdemar, a expectativa é que Eduardo retorne ao Brasil dentro de quatro meses para dar início à sua campanha.
Atualmente, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos, após ter renunciado ao seu mandato de deputado federal. Ele expressou preocupações com a atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que só se sentirá seguro para retornar ao Brasil quando o ministro não estiver mais na Suprema Corte ou for devidamente contido em suas ações.
Eduardo Bolsonaro também criticou a Polícia Federal e declarou ser alvo de perseguição política. Ele era cotado para presidir a Comissão de Relações Exteriores da Câmara antes de sua saída do país.
A candidatura de Eduardo ao Senado é vista como uma estratégia do PL para fortalecer sua representação no Congresso e dar continuidade ao legado político da família Bolsonaro. A expectativa é que, com sua experiência e influência, Eduardo possa conquistar uma vaga no Senado e ampliar a voz conservadora nas decisões nacionais.