Sábado, 15 de fevereiro de 2025
Uma realidade cruel! O povo está em desespero.
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A reunião entre o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, e empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta sexta-feira (14/2), foi marcada por pedidos pela queda da taxa básica de juros (Selic).
Depois do encerramento de sua palestra na Fiesp, Galípolo ouviu perguntas e comentários dos empresários que acompanhavam o evento. Uma das intervenções que mais chamaram atenção foi a de Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, gigante do varejo nacional.
Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, a primeira desde que Galípolo assumiu o comando da autarquia, o colegiado aumentou a Selic em 1 ponto percentual, de 12,25% para 13,25% ao ano. Foi o quarto aumento consecutivo dos juros básicos no país.
A elevação da taxa de juros é o principal instrumento dos bancos centrais para controlar a inflação. Segundo o próprio Galípolo, a medida deve desaquecer a economia brasileira nos próximos meses, embora o país, provavelmente, ainda vá conviver por algum tempo com uma inflação acima da meta.
“Cada vez que aumenta 1 ponto nos juros não é R$ 40 bilhões que aumenta no déficit, é R$ 80 bilhões”, disse Trajano, falando diretamente a Galípolo.
“Quero falar aqui em nome do setor varejista. O varejo é o primeiro que sofre porque é o primeiro que demanda, é dele que sai tudo. A pequena e média empresa não aguentam mais sobreviver com isso. Não tem condição. São elas que geram o emprego”, afirmou a líder varejista.
“Queria pedir para ele [Galípolo], por favor, para que tenha uma outra forma. Essa forma não está dando certo. A gente tem que pensar fora da caixa. Esse pacto tem que existir”, prosseguiu Trajano.
“[Quero] Pedir para ele, por favor, não comunicar mais que vai ter aumento de juro porque aí já atrapalha tudo desde o começo”, completou a presidente do conselho do Magazine Luiza, arrancando risos dos demais empresários que acompanhavam a reunião.
O que disse Galípolo
Antes da intervenção de Luiza Trajano, Galípolo disse que o aperto monetário colocado em prática pelo BC, elevando a taxa básica de juros para 13,25% ao ano, deverá começar a surtir efeito em breve, desaquecendo a economia e contendo a pressão inflacionária. A elevação dos juros é o principal instrumento dos bancos centrais para controlar a inflação.
“Passamos a enxergar uma pressão inflacionária mais alta e gabaritamos as razões para iniciar um ciclo de alta de juros”, prosseguiu o presidente do BC, em referência ao caso brasileiro.
“A autoridade monetária interrompeu o ciclo de flexibilização monetária. A partir da reunião de dezembro, a autoridade fez um movimento claro para mover a taxa de juros para um patamar restritivo com alguma segurança.”
Em sua fala aos empresários da indústria, o chefe da autoridade monetária afirmou que “a política monetária fará o seu efeito primeiro na atividade econômica e depois na inflação corrente”.
“É sempre esperado que a autoridade monetária tenha uma atuação preventiva e que, para além disso, ela tenha uma função de reação assimétrica. É esperado que ela tenha uma agressividade maior nos momentos de altas de juros e mais parcimônia no consumo dos dados. É importante que a autoridade monetária não reflita essa volatilidade para não replicá-la”, observou Galípolo.
“Você deve observar um pouco dessa combinação. A atividade tende a reagir primeiro antes dos preços e da inflação corrente. Você pode ter uma combinação ainda entre uma inflação fora da meta e uma atividade que vem desacelerando”, completou.
Metrópoles
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Sábado, 15 de fevereiro de 2025

“Hugo Motta, presidente da Câmara, disse que possivelmente não abriria nenhum processo de impeachment contra o descondenado Luiz Inácio Lula da Silva, porque seria uma ruptura muito grande no país. Eu entendo que ele falou como representante de um poder, mas não pode falar por todos os deputados federais, ainda mais quando há indícios claros de práticas de crime de responsabilidade.
Infelizmente, a decisão depende exclusivamente do presidente da Câmara, mas nós, como oposição, vamos trabalhar para retirar essa exclusividade do presidente da Câmara. Não é possível que a gente consiga tantas assinaturas e não seja pautado”, ressaltou.
O deputado comentou ainda sobre a crise de popularidade de Lula no Nordeste e sobre os gastos exagerados da primeira-dama Janja da Silva.
“Ela está sugando os cofres públicos, se utilizando da condição de primeira-dama para financiar ações de caráter pessoal. Janja custa milhões aos cofres públicos, contrata pessoas sem licitação, usa as redes sociais para fazer investidas contra pessoas, como fez com Elon Musk, e até partidos.
Não falta muito para ela ser, por exemplo, como a esposa do ditador da Nicarágua. Lula está tentando botar Janja nos holofotes para que ela, quem sabe, possa ser sua sucessora, mas ela é tão atrapalhada, tão pior do que Lula, que isso não está dando certo”, disparou.
Veja o vídeo:
Sábado, 15 de fevereiro de 2025

Elon Musk, um dos homens mais poderosos do mundo, não costuma falar sem uma carta na manga. E Donald Trump, ao afirmar que “o que não falta são provas”, lança um desafio direto ao establishment político e midiático global. Se esses dois gigantes da geopolítica estão dispostos a expor um dos maiores escândalos da história recente, por que a mídia já corre para desqualificar antes mesmo de investigar?
O Padrão da Censura Antecipada
Essa não é a primeira vez que vemos uma estratégia coordenada para abafar uma revelação explosiva. Nos últimos anos, sempre que um tema ameaça as estruturas de poder, a mídia tradicional recorre às mesmas táticas:
1. Rotular a informação como "sem provas" – Isso impede que o público leve a sério antes mesmo de considerar os fatos.
2. Criar uma campanha de difamação contra quem faz a denúncia – Musk já foi alvo de ataques anteriores por expor censura e manipulação em redes sociais. Agora, Trump entra na mira novamente.
3. Silenciar vozes divergentes – Redes sociais restringem o alcance de postagens e jornalistas independentes são ignorados.
Foi assim com o caso dos e-mails de Hunter Biden, com as denúncias sobre a origem da COVID-19 e agora com a possível interferência dos EUA nas eleições brasileiras.
O que pode estar vindo?
Se Trump e Musk estão falando a verdade, o mundo pode estar prestes a testemunhar um escândalo de proporções inimagináveis. Imagine as consequências de documentos comprovando que o "Deep State" americano – o mesmo que tentou derrubar Trump nos EUA – financiou Lula para impedir a reeleição de Bolsonaro. Isso significaria que a democracia brasileira não foi decidida pelos votos, mas por interesses globais manipulados nos bastidores.
Musk e Trump não são figuras que fazem acusações vazias. O dono do X (ex-Twitter) já provou, com os Twitter Files, como governos manipulavam informações e censuravam adversários políticos. Se ele diz que há algo grande, vale a pena prestar atenção.
O Medo da Verdade
A reação da grande mídia brasileira não é a de quem busca esclarecer os fatos, mas a de quem teme que a verdade venha à tona. O que está por trás desse desespero? Se as provas forem apresentadas, quem será responsabilizado? O governo Lula? A elite global? A imprensa que escondeu os fatos?
O relógio está correndo, e a pergunta não é mais se as provas existem, mas sim quando serão divulgadas. E, mais importante ainda: o Brasil estará pronto para encarar a verdade?
Arlete Caetana Santana. Escritora.
Fonte: Jornal da Cidade Online
Sábado, 15 de fevereiro de 2025

Segundo a denúncia, ele e outros detentos foram submetidos a uma situação de asfixia dentro de um camburão fechado, após agentes dispararem spray de pimenta durante sua transferência do Centro de Detenção Provisória para a Penitenciária do Distrito Federal I (PDF I), em 20 de dezembro de 2024.
O documento detalha que, após o uso do spray, os presos permaneceram trancados no veículo por um período estimado entre cinco e dez minutos.
Um policial penal teria afirmado que não haveria problemas, pois sabia "até quanto tempo uma pessoa aguenta".
O episódio foi classificado pela DPDF como uma possível violação da Lei de Execuções Penais, que proíbe punições que coloquem em risco a integridade física de custodiados.
A Defensoria encaminhou a denúncia à Vara de Execuções Penais (VEP) e à Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape/DF), que informou ter aberto um procedimento administrativo para investigar os fatos.
O jovem, casado e pai de duas crianças, foi preso durante os atos do 8 de janeiro e permaneceu no Complexo Penitenciário da Papuda até agosto de 2024.
Segundo sua família, Lucas teria chegado à Esplanada dos Ministérios por volta das 17h40 do dia 8 de janeiro, após sair de um concurso público, e foi detido cerca de vinte minutos depois, ao entrar no Palácio do Planalto para se proteger dos efeitos das bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela polícia.
Nos autos do processo, não há registros de que ele tenha participado da depredação das sedes dos Três Poderes.
Após oito meses detido, Lucas conseguiu a liberdade provisória em agosto de 2024, sendo monitorado por tornozeleira eletrônica. No entanto, foi preso novamente em junho de 2024, sob a justificativa de risco de fuga, após outros envolvidos nos atos de 8 de janeiro deixarem o Brasil.
A decisão, que resultou na reencarceramento de mais de 200 pessoas, foi contestada por juristas, já que ninguém deveria ser preso com base na conduta de terceiros.
Além do episódio do spray de pimenta, outras reclamações foram feitas sobre as condições de encarceramento de Lucas.
Segundo seu pai, Evandro Brasileiro, ele dorme diretamente no concreto há meses, sem colchão adequado. Durante uma visita em janeiro de 2025, Evandro relatou que o filho estava "magro demais, pálido e se queixando de dores".
O advogado de defesa, Alexandre Oliveira, afirmou que Lucas está alocado em um bloco comum, compartilhando cela e horários de banho de sol com outros detentos, o que, segundo ele, coloca sua integridade física e psicológica em risco. A Defensoria também mencionou problemas como a passagem de objetos entre as alas e casos de coação dentro do presídio.
Outro ponto levantado pela defesa é a insalubridade da unidade prisional. De acordo com Lucas, há relatos de um possível surto de tuberculose entre os presos.
As más condições estruturais e a falta de assistência médica adequada foram mencionadas em seu depoimento à DPDF, que incluiu imagens da cela no relatório encaminhado às autoridades.
A Seape/DF informou que instaurou um procedimento administrativo para investigar a denúncia, mas que a apuração corre sob sigilo. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) também declarou que está acompanhando o caso.
Até o momento, a Vara de Execuções Penais (VEP) não se manifestou sobre a denúncia. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) também não respondeu aos questionamentos sobre as condições dos presos do 8 de janeiro.
Sua esposa, Jaqueline Rodrigues Brasileiro, relatou que as visitas das filhas ao pai são limitadas.
A filha mais velha do casal, que tinha cinco meses quando Lucas foi preso pela primeira vez, passou quase um ano sem vê-lo.
A mais nova nasceu em dezembro de 2024 e teve seu primeiro contato com o pai dentro da prisão. A próxima visita das crianças está prevista apenas para abril.
Fonte: Jornal da Cidade Online