O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou as contas do influenciador Bruno Aiub, conhecido como Monark, em 17 plataformas diferentes, incluindo X (antigo Twitter), Instagram e TikTok.
Moraes disse que, atualmente, “não há necessidade da manutenção dos bloqueios determinados nas redes sociais, devendo, somente, ser excluída as postagens ilícitas que deram causa a decisão judicial”.
Monark é investigado por incitar crime em publicações on-line, desinformação e discurso de ódio, que iam contra o Estado Democrático de Direito e as instituições.
Caso o influenciador volte a cometer esses crimes nas redes sociais, ele terá de arcar com uma multa diária de R$ 20 mil por cada postagem.
As contas do influenciador estavam bloqueadas desde junho de 2023, também por decisão de Moraes, no inquérito dos atos do 8 de Janeiro.
Desde o início da atual gestão, o governo do petista Lula tem sido alvo de diversas acusações de assédio moral e sexual. Desta vez, as denúncias surgiram na Diretoria de Cidadania e Alternativas Penais (Dicap), ligada à Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), dentro do Ministério da Justiça.
Casos semelhantes já ocorreram anteriormente. Em setembro de 2024, o então ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, foi exonerado após acusações de assédio sexual, envolvendo até mesmo a ministra Anielle Franco, da Igualdade Racial.
Outro episódio polêmico ocorreu no Ministério das Mulheres, comandado por Cida Gonçalves. Reportagens apontaram que 17 servidores relataram um ambiente de tensão e insegurança na pasta, gerando críticas de movimentos sociais e do movimento negro.
Denúncias no Ministério da Justiça
Sob a gestão do ministro Ricardo Lewandowski, a diretora da Dicap, Mayesse Silva Parizi, e a coordenadora de gabinete, Suzana Inês de Almeida e Silva, foram acusadas de perseguições e condutas abusivas.
As denúncias, divulgadas pela Agência Pública, indicam que esse ambiente tóxico se arrasta desde 2023, período em que o agora ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, ainda comandava o Ministério da Justiça.
Pelo menos 15 funcionários afirmaram ter sido vítimas de humilhações e demissões injustificadas. Os relatos apontam que as gestoras desprezam aqueles que não as bajulam e desvalorizam o trabalho da equipe. Além disso, diversos trabalhadores relataram crises de ansiedade e burnout devido à pressão no ambiente de trabalho. Desde o ano passado, cerca de 30 profissionais foram demitidos, transferidos ou pediram desligamento da Dicap.
Defesa e investigações
Mayesse Silva Parizi e Suzana Inês de Almeida e Silva negaram todas as acusações. O Ministério da Justiça reforçou que repudia qualquer tipo de assédio e aguarda o resultado da investigação conduzida pela Controladoria-Geral da União (CGU).
As denúncias de assédio no governo Lula têm crescido significativamente. Nos primeiros oito meses de 2023, a CGU recebeu cerca de 4 mil reclamações desse tipo, um aumento expressivo em relação às 730 registradas no mesmo período de 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro.
Para enfrentar a situação, a CGU estabeleceu diretrizes para a prevenção do assédio e da discriminação no serviço público.
O SBT desistiu de contratar o apresentador Rodrigo Bocardi, demitido da TV Globo no último dia 30 de janeiro, devido à gravidade das denúncias contra o jornalista.
A informação foi publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pela CNN.
A TV Globo demitiu Rodrigo Bocardi, que era âncora do telejornal “Bom Dia São Paulo”, após o descumprimento de “normas éticas”.
O comunicado dizia que “Rodrigo Bocardi, que apresentava o telejornal paulista, foi desligado por descumprir normas éticas do Jornalismo da Globo. Como é de conhecimento de todos, a empresa não comenta decisões de compliance”.
No dia seguinte, Bocardi se pronunciou, em vídeo em suas redes sociais, descrevendo o desligamento como “um susto”.
“E aí, pessoal, tudo bem? Sim, está tudo bem. Olha só, que dia hein! Eu quero compartilhar esse sentimento com vocês, está tudo bem. Eu não quis deixar passar tanto tempo para dar uma satisfação para vocês depois do grande susto de ontem”, iniciou Bocardi.
No último dia 3, Bocardi postou novo vídeo em suas redes, afirmando que poderia “voltar ao trabalho em breve”, sem dar mais detalhes.
“Me convidaram para [tomar] um café. […] O que será que vem pela frente? [Estou com] um sentimento de que já, já, Rodrigo Bocardi volta já“, disse o ex-âncora do Bom Dia São Paulo.
A notícia do programa “Cozinha Solidária” não está tendo a devida exposição que merece.
A denúncia é de que Assessores e ex assessores ligados a políticos do PT, estariam recebendo grana pública através de ONGs para alimentar pessoas de rua, sem cumprir a função social.
Ontem mesmo eu falei sobre repasse de grana para ONGs através das emendas, mas sinto que isso fede muito mais a nível nacional.
Hora de uma grande varredura em todas as ONGs do Brasil que recebem dinheiro do contribuinte, para ver se só algumas se desviam, ou se isso é no geral.
Sobre a “sugestão” de Lula para os consumidores, e reforçado por um painel na Globo News, em que as jornalistas ensinam receitas com ingredientes cujos preços caíram nas gôndolas.
Veja o vídeo:
A inflação é um cálculo de preço médio, considerando uma determinada cesta de consumo. É óbvio que, se trocar a cesta, a inflação será diferente para cada pessoa. Lula afirma que a inflação será combatida com mais “educação financeira” para o povo, para que evitem comprar coisas caras, de modo a forçar a queda desses preços. Como se o povo já não fizesse isso, não por ciência, mas por sobrevivência.
As jornalistas se divertem com bizarrices, como suco de cenoura substituindo suco de laranja, mas certamente não falta suco de laranja em suas casas e no Alvorada. Quem precisa aguar o suco de laranja é o povo, que não precisa de “educação financeira” para fazer isso.
Há aqui, além da insensibilidade geral, uma incompreensão do que seja o fenômeno inflacionário. Não se trata da subida de um preço ou outro, mas da elevação geral do nível de preços. As pessoas se defendem como podem, mas isso tem um limite. A inflação crescente, e é isso que estamos vendo, faz com que a renda fique sempre atrás do aumento generalizado de preços. Os alimentos são apenas a ponta mais saliente de um processo pernicioso. E não há suco de cenoura que dê jeito nisso.
Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), contestou a interpretação de que os atos de 8 de janeiro de 2023 configuraram uma tentativa de golpe de Estado. Em entrevista à rádio Arapuan FM, o parlamentar afirmou que a ausência de uma liderança coordenadora descaracteriza a ideia de ruptura do regime democrático.
“
O que aconteceu não pode se repetir. Foi uma agressão às instituições, algo inimaginável. Agora, dizer que foi um golpe? Um golpe precisa de um líder, de apoio de outras instituições interessadas, e isso não existiu”, declarou Motta. Para ele, os atos foram protagonizados por “vândalos e baderneiros” inconformados com o resultado eleitoral.
Sobre a tramitação do projeto de lei que propõe a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, Motta destacou que não há decisão definitiva sobre o tema. Segundo ele, a discussão gera divisão na Câmara e tensionamento com os demais Poderes. O parlamentar relatou que recebeu pedidos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que a proposta seja votada, enquanto a base do governo Lula considera a medida um retrocesso.
“Não posso afirmar se pautarei o projeto na próxima semana ou se ele não será pautado. O diálogo precisa ser constante”, ponderou.
Motta também criticou o que considera “desequilíbrio” nas condenações. “Não se pode penalizar uma senhora que apenas passou em frente ao Palácio com 17 anos de reclusão. Precisamos punir quem quebrou e depredou, mas sem exageros”, afirmou.
No próprio 8 de janeiro, Hugo Motta utilizou as redes sociais para condenar os atos. Na ocasião, ele repudiou “graves atos antidemocráticos” e alertou para as consequências da violência. “Não admitiremos ações que pretendam subverter a democracia”, escreveu. O deputado enfatizou ainda o compromisso com a justiça social e a defesa das instituições.
A vereadora Amanda Paschoal (PSOL) entrou com uma representação no Ministério Público de São Paulo (MPSP) contra o vereador Lucas Pavanato (PL).
O parlamentar mais votado de São Paulo disse que a Amanda Paschoal é "biologicamente homem".
“Eu tenho direito de afirmar que uma transexual, por mais que se identifique como mulher e tenha o direito de se identificar, biologicamente não mudou, biologicamente continua sendo um homem. E não seria justo, por exemplo, a vereadora Amanda Paschoal brigando com uma mulher no ringue”, disse Pavanato
A discussão certamente foi inflamada pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de proibir a participação de atletas trans em competições esportivas femininas no país.
Na representação ao MP, Amanda pede a abertura de investigação criminal contra a fala de Pavanato. Segundo a peça, estariam presentes indícios de injúria homotransfóbica no discurso.
Pavanato também prometeu ir à justiça contra a vereadora. Segundo ele, Amanda Paschoal insinuou que "homens como ele" comentem violência sexual.
“Só é ilegal porque é fabricada na América Latina”.
E completou:
Caso contrário, poderia “ser vendida como é o vinho”.
O ex-guerrilheiro mostra indícios de desequilíbrio. Tanto é que integrantes de seu próprio governo estão se rebelando.
O maior sinal de perda de controle aconteceu numa fatídica reunião do ministério que, sem avisar ninguém, Petro mandou transmitir ao vivo, na terça-feira passada. Foram seis horas de suplício. O presidente acusou os próprios ministros de não cumprir as promessas de governo. O homem está visivelmente enlouquecido.
Aliás, esse comportamento inadequado, Petro já havia apresentado durante a campanha eleitoral, quando fez um discurso completamente bêbado e depois se desculpou por ter tomado “um trago” a mais.
Petro é mais uma demonstração de que é muito difícil recuperar um bandido...