A “dobradinha” venceu a eleição presidencial de outubro de 2022, formada por Lula da Silva, do PT, e Geraldo Alckmin, do PSB, foi uma manobra política muito bem articulada pela esquerda brasileira. Na cabeça “burra” de expressiva parcela do eleitorado brasileiro, Alckmin teria representado mais ou menos a “temperança” do “vice” de Lula, entre 2003 e 2007, o empresário José Alencar.
Portanto Geraldo Alckmin “amenizou” a imagem radical de esquerda que tinha com Lula. ”Era” esquerda. Mas não tanto assim!
A recente acusação feita por Lula em Buenos Aires de que a queda de Dilma Rousseff, por impeachment, em 2016, teria sido um “golpe”, na frente de toda a sua ”cupinchada” do Foro de Puebla (ex-Foro San Pablo), ”ofendeu” em cheio Michel Temer, que na época era “vice” de Dilma, e que teve de largar o disfarce de cara de “santo” que conseguira manter, tendo concluído o mandato de Dilma, até 31 de dezembro de 2018, com Bolsonaro assumindo no dia seguinte.
Lula exagerou chamando de “golpe” o impeachment de Dilma. Mas na verdade a fronteira entre o golpe e o impeachment sempre é muito tênue. O impeachment é um julgamento político, não jurídico. Por isso não é preciso nenhum fundamento jurídico para ocorrer o “impedimento”. Basta o Parlamento julgar procedente o crime de responsabilidade, mesmo pelo aspecto meramente político, que já será o bastante para decretação do impeachment.
E nem o Poder Judiciário terá o direito de intervir para dizer se houve ou não crime de responsabilidade. Essa decisão é poder soberano do Parlamento.
Na política brasileira, Geraldo Alckmin sempre foi uma espécie de “coringa”, invariavelmente a serviço da esquerda.
Quando Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso acertaram a “estratégia das tesouras”, no chamado “Pacto de Princeton”, em 1992, nos Estados Unidos, com base nas dialéticas de Hegel e Karl Marx, considerando que as duas lâminas de uma mesma tesoura partem de direções opostas, mas acabam se encontrando no “corte”, ficou acertado que a esquerda brasileira sempre concorreria à Presidência com dois candidatos, um radical e outro mais moderado, porém sempre assegurada a vitória à esquerda, com um ou outro.
Deu certo. A esquerda começou governando com o “moderado” FHC, que se reelegeu, governando de 1995 a 2003, quando foi substituído por Lula, que também se reelegeu, governando de 2003 a 2010. Depois veio Dilma de 2010 a 2016, que impichada deu lugar a Temer. Em 2019 assumiu Bolsonaro, que deu lugar novamente para Lula, em 2023.
Alckmin chegou a concorrer à Presidência, pela esquerda moderada do PSDB, mas não conseguiu eleger-se, vencido pelo PT.
Detalhe importante é que o rodizio do “Pacto de Princeton” sempre teve Alckmin como um dos principais protagonistas, eternamente à “espreita” da sua própria eleição. Até hoje não deu. Mas não se sabe o “amanhã”.
Será que Geraldo Alckmin conseguirá convencer alguém de que ele realmente abandonou o PSDB e não foi um abandono só para “inglês ver”? Que não teria havido uma mera nova modelagem das “figuras” do Pacto de Princeton, de modo que Alckmin simulasse a sua saída do PSDB e disfarçasse o seu ingresso no PSB, tão somente para “enganar a torcida”? E dar um novo formato, talvez mais “rebuscado”, no “Pacto de Princeton”?
Porventura Alckmin não estaria articulando dar uma “rasteira” no “chefe” Lula para tomar o seu lugar, no momento mais oportuno, como umas certas “más línguas” que andam por aí disseram que Temer fez com Dilma? Temer e Dilma? Alckmin e Lula?
OPINIÃO DOS LEITORES
Exemplo um capitão fez meia dúzia de blitz , virou SENADOR DA REPÚBLICA, esse secretário de segurança vai virar um aposentado sem ter feito nada pelo estado SAUDADE do delegado MAURILIO PINTO
Só lembrando ao pessoal da nossa Gloriosa Polícia, que os bandidos tem total apoio dos governos estaduais, com fatão GD, e federais com LULADRAO. Portanto, muita calma nessa hora.
Que tal começar a pedir respeito do governo do estado com os nossos policiais, Coronel?