quinta-feira, 1 de outubro de 2026

“Eleição não se ganha, se toma”: o PT leva a “interferência estrangeira” a Dino e a rua responde que é no primeiro turno

 Quinta, 01 de  outubro de 2026

Terça-feira, 22 de setembro, noite. A Polymarket saiu do ar no Brasil. Mike Benz, na madrugada de quarta-feira, 23 de setembro, explicou em inglês: a plataforma mostrou pela primeira vez Bolsonaro vencendo, e Lula a baniu. O analista político Clarke de Souza, ainda na terça (22/9):

“A Polymarket foi censurada no país, e isso só mostra o desespero da esquerda e do Lula. Mas eu trago boas notícias de lá: o Flávio está com 61%”.

As pesquisas de casa acompanharam. Na quinta-feira, 24 de setembro, a CNN Brasil publicou a Futura: Flávio Bolsonaro com 49,4% no segundo turno, Lula com 43,7%. Na sexta-feira, 25 de setembro, o Space Liberdade divulgou o Datafolha de Minas: Flávio 46%, Lula 44%, com o que chamou de efeito Nikolas Ferreira. Rogério Marinho havia pedido, na quarta (23/9), o voto útil:

“O único que reúne as condições efetivas de vencer o desgoverno do Lula já no primeiro turno é Flávio Bolsonaro 22”.

Na sexta (25/9), Flávio decretou: “PT jogou a toalha. Vai ser no 1º turno e já começo a arrumar o Brasil mais cedo!”

A rua deu o mesmo recado. Segunda-feira, 21 de setembro, Natal: Marinho falou da “maior carreata da história do Rio Grande do Norte”. Terça (22/9), São Luís: “Maranhão pintado de verde e amarelo!” Quinta (24/9), Teófilo Otoni, no bloquinho de Nikolas:

“Isso é Minas Gerais dando tchau pro PT!!!”

Nikolas, na segunda (21/9), tinha feito a pergunta que explica a semana:

“Por que a Globo esconde isso do povo mineiro? Imagina se não tivéssemos as redes sociais…”

No sábado, 26 de setembro, Jacarepaguá e São João de Meriti; no domingo, 27 de setembro, Aracaju:

“No próximo domingo, faz o 22 para libertar o Brasil no primeiro turno!”

Foi então que a narrativa mudou de endereço. Quarta (23/9), 10h57, Eduardo Bolsonaro:

“NÃO HÁ NADA GANHO. Estão preparando a narrativa e o terreno para um verdadeiro golpe.” Ele listou a sequência: antes de Gilmar, a Abin vaza relatório sobre interferência estrangeira na eleição; depois de Gilmar, o ministro da Economia diz que a tarifa é interferência eleitoral. Às 20h58, Flávio: “Sabendo que perderá a eleição, lula já prepara a tentativa de golpe com seu ministro comunista do STF. Não adianta, lula, acabou pra você.”

Quinta (24/9), a petição chegou ao Supremo. Alfredo Gaspar: “O PT já começou a fabricar a narrativa de ‘interferência estrangeira’ e tenta transformar o STF em palco da disputa eleitoral, levando o caso à Corte, em ação sob relatoria de Flávio Dino, amigo e ex-ministro de Lula.” O Antagonista deu o título: “STF virou self-service.” Alexandre Ramagem citou o lema: “Interferência estrangeira, o novo golpe do sistema Lula-STF. Começaram a colocar em prática o lema: ‘Eleição não se ganha, se toma’.” Mas a resposta, de fato, o povo vai dar nas urnas. 

Fonte: Jornal da Cidade Online

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