sábado, 26 de setembro de 2026

Defesa de Flávio pede prisão de servidor Secretaria de Comunicação da Presidência da República que incentivou fake news sobre Nossa Senhora Aparecida

Sábado, 26 de setembro de 2026

Foto: Reprodução/X

A defesa de Flávio Bolsonaro (PL) pediu à Justiça Eleitoral a prisão preventiva de George Marques, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, por incentivar a disseminação de uma fake news envolvendo Nossa Senhora Aparecida.

De acordo com a notícia-crime, Marques compartilhou no X uma publicação que orientava usuários a continuar espalhando a informação falsa de que Flávio e o PL pretendiam retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A postagem foi apagada posteriormente.

A defesa também pediu busca e apreensão dos equipamentos do servidor e a preservação de registros de suas redes sociais. O pedido ocorre após o ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar a remoção de conteúdos sobre o tema e classificar como “notoriamente inverídica” a afirmação atribuída a Flávio. O boato surgiu a partir da retomada de um projeto apresentado em 2007 por outro parlamentar, que foi posteriormente arquivado. Flávio não era autor da proposta.

A Secom não havia se pronunciado sobre o caso até publicação desta matéria.

George Marques da Silva e Silva é jornalista e analista político. Atua na Secom da Presidência da República e, desde setembro de 2025, ocupa o cargo de coordenador-geral de Estratégia e Informação. Está no Planalto desde janeiro de 2023.

Ao site Poder 360, George afirmou não concordar com a publicação sobre Nossa Senhora Aparecida. Ele disse ter lido o conteúdo, mas afirmou não se lembrar de ter dado RT e atribuiu um eventual compartilhamento a um erro. “Lembro de tê-lo lido, mas isso não significa que eu compartilhe este pensamento”, declarou.

Com informações de Poder 360 e Jovem Pan


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