domingo, 31 de agosto de 2025

VÍDEO: Sargento da PMRN dá bronca em pais que fumavam maconha na frente dos filhos

Domingo, 31 de setembro de 2025

O Sargento Manassés, da Polícia Militar do RN, deu uma sonora bronca nos pais de duas crianças no Conjunto José Sarney, na Zona Norte de Natal. O motivo? Eles estavam consumindo maconha na frente dos filhos. O vídeo foi publicado pelo próprio sargento nas redes sociais.

“A partir de hoje, vocês vão fumar maconha na casa do c******! Tá entendendo? Se eu passar aqui e sentir pelo menos um cheiro de maconha com uma criança aqui você perde a guarda”, diz o militar à mãe da criança.

Na publicação feita no Instagram, o sargento escreveu: “Que tipo de referência estamos dando aos nossos filhos? Hoje é algo normal fumar maconha. Lembro que minha falecida mãe sofria chacota em Mãe Luiza por causa do meu irmão que usava maconha. Eu cresci vendo ele fazendo o baseado, mas nunca fumando dentro de casa. Hoje quem fazia chacota dela, vive com viciados na família. Que tipo de sociedade estamos construindo?


Hugo Motta toma estranha atitude em meio ao "caos" (veja o vídeo)

Domingo, 31 de agosto de 2025


Disse o deputado:

“Essa capacidade de integrar e de dar visibilidade à pluralidade nacional representa, sem dúvida, uma das maiores contribuições da emissora à construção de uma consciência coletiva. 
O sucesso de tantas décadas de trabalho é, certamente, um reflexo claro da relevância de seu conteúdo e das inestimáveis contribuições para a formação da opinião pública”, disse.

Enquanto isso o país enfrenta desafios econômicos e tensões internacionais...

Assista:

Fonte: Jornal da Cidade Online

Governo Lula espera novas sanções de Trump após julgamento de Bolsonaro

Domingo, 31 de agosto de 2025

Foto: Ricardo Stuckert/PR/Jonathan Ernst/Reuters

Às vésperas do julgamento do suposto plano de golpe, o governo Lula avalia que os Estados Unidos poderão impor novas sanções ao Brasil diante de uma eventual condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro e outros sete réus começarão a ser julgados na Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) na terça-feira (2), a partir das 9h.

Integrantes do governo negam relação direta entre o julgamento e a decisão da última quinta-feira (28) de dar início ao processo que pode levar à retaliação contra as tarifas de 50% impostas por Donald Trump.

Porém, admitem que a iniciativa busca garantir respaldo legal para que o Brasil possa reagir politicamente, caso haja uma escalada das penalidades americanas.

Brasil vê processo de retaliação como “seguro” contra novas tarifas dos EUA

O argumento é que o processo para a aplicação da Lei de Reciprocidade pode levar de seis meses a um ano. Por isso, foi necessário se antecipar.

O Brasil ainda tem a opção de uma reação emergencial dentro da própria Lei de Reciprocidade, com a imposição de tarifas sobre bens, caso a situação com os EUA se agrave.

Aliados de Bolsonaro acreditam que o governo Trump reagirá a uma eventual condenação do ex-presidente. Entre as medidas citadas está a extensão da Lei Magnitsky à esposa de Moraes e a outros ministros do Supremo.

Na sexta-feira (29), a Embaixada do Brasil em Washington comunicou ao USTR (Representante Comercial dos EUA) o início do processo que pode resultar na aplicação da Lei de Reciprocidade.

Embora ao longo do processo haja espaço para manifestações dos EUA e o Brasil tenha reiterado estar aberto ao diálogo, no Planalto não há expectativa de que essa abertura influencie na disposição americana de negociar.

A avaliação é que o interesse de Washington segue voltado para o julgamento de Bolsonaro e que a tensão deverá permanecer até as eleições de 2026.

Desde o anúncio das sanções, em 9 de julho, Donald Trump tem usado a situação jurídica envolvendo Bolsonaro como justificativa. Nesse período, os EUA aplicaram tarifas de 50% a produtos brasileiros, cancelaram vistos de autoridades e sancionaram o ministro Alexandre de Moraes, do STF, com base na Lei Magnitsky.

CNN – Jussara Soares

EUA podem reagir com sanções em tempo real durante julgamento de Jair Bolsonaro

Domingo, 31 de agosto de 2025

Fotos: Tasos Katopodis/Getty Images via AFP e Brenno Carvalho/O Globo

Em que pese a importância dos assuntos em debate, julgamentos do Supremo Tribunal Federal no Brasil não costumam mobilizar o governo dos Estados Unidos. É ainda mais raro que as discussões televisionadas da Corte sejam acompanhadas em tempo real por Washington.

Mas é exatamente isso o que acontecerá a partir do próximo dia 2, quando começa o julgamento por tentativa de golpe de Estado do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF. Fontes da administração Trump disseram reservadamente à coluna da jornalista Mariana Sanches, no UOL, que acompanharão “de perto” as audiências.

Não só isso: afirmaram ainda que existe uma lista de opções em termos de “sanções e tarifas” contra o Brasil que poderão ser acionadas pelo presidente Donald Trump em tempo real, conforme os ministros da primeira turma do STF indiquem qual será o destino do ex-presidente brasileiro.

O exato teor dessas medidas, no entanto, não foi revelado pelas fontes, que disseram que sua entrada em vigor dependeria inteiramente da decisão de Trump. A coluna apurou que há em discussão na burocracia de Washington a possibilidade de novas rodadas de cassação de vistos a autoridades brasileiras, sanções financeiras a outros integrantes do STF e uma nova edição da lista de itens brasileiros excluídos do tarifaço de 50% em vigor desde o último dia 6.

Nem a Casa Branca e nem o Departamento de Estado responderam à consulta formal da coluna sobre a possibilidade de que novas medidas contra o Brasil possam se materializar a depender do resultado do processo. Em carta na qual anunciava um tarifaço de 50% contra o Brasil, Trump afirmou que entre suas motivações para a taxa estava o julgamento de Bolsonaro, ao qual chamou de “caça às bruxas”, e exigiu sua interrupção “imediatamente”.

Há algumas semanas, o presidente americano aproveitou a presença da imprensa brasileira na Casa Branca para questionar o andamento processual do caso de Bolsonaro, e repetiu que ele era “um homem honesto”. Não existe atualmente uma negociação comercial entre os dois países, já que a Casa Branca condiciona qualquer acordo tarifário à discussão sobre a situação judicial do ex-presidente.

Segundo o comentarista político Paulo Figueiredo, ele e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foram convidados por pessoas ligadas à gestão Trump a ir a Washington durante o julgamento —chegarão à capital americana na próxima quarta, dia 3, segundo dia do julgamento, que deve se estender até o dia 12.

De acordo com Eduardo, a viagem servirá também para abastecer a Casa Branca com informações sobre o status judicial de seu pai e as discussões na corte. Eduardo e Figueiredo se negaram a revelar quem serão seus interlocutores e qual será o teor das reuniões que terão na capital dos EUA.

Ambos têm liderado uma campanha por punições ao Brasil que, segundo eles, possam forçar o país a aprovar uma anistia a Bolsonaro e seus aliados. Até agora, os esforços da dupla contribuíram para o anúncio da tarifa de 50%, de uma investigação por supostas práticas desleais de comércio do Brasil, de restrições de visto a ministros do STF e da gestão Lula e da imposição das sanções financeiras da Lei Global Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso de Bolsonaro.

Um dos mais importantes aliados de Figueiredo e Eduardo, o ex-porta-voz de Trump e ex-estrategista nas três campanhas presidenciais do republicano, Jason Miller, afirmou há alguns dias no podcast “Ask Dr. Drew” que foi detido por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes no aeroporto de Brasília em 2021.

“E agora o exato mesmo juiz está acusando o presidente Bolsonaro com algo que o colocaria na prisão pelos próximos 35 anos”, disse Miller, para quem Trump está tentando interromper “práticas antidemocráticas” no Brasil.

Embora não tenha cargo formal na gestão Trump, Miller segue sendo um auxiliar influente do republicano. No mesmo programa ele se mostrou informado sobre a tentativa da oposição de aprovar a PEC da Blindagem e se disse muito próximo a Eduardo Bolsonaro. Miller não respondeu aos pedidos de comentário da coluna.

A gestão Trump tem se revelado convencida de que o apoio à família Bolsonaro é seu melhor caminho para disputar a liderança do Brasil nas eleições do país em 2026. Os bolsonaristas se aproximaram do grupo de Trump há quase uma década. Em mensagens trocadas com o pai e reveladas em um recente relatório da Polícia Federal, Eduardo admitiu ter trabalhado contra nomes alternativos na direita, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. À coluna, o ideólogo do movimento trumpista MAGA (Make America Great Again) diz ver em Eduardo o herdeiro para o movimento bolsonarista. Um senador do Centrão, integrante da comitiva que foi recentemente a Washington negociar tarifas, relatou à coluna ter ouvido a mesma coisa de empresários com acesso à Casa Branca.

O governo Lula está ciente do risco de uma nova escalada na crise na relação bilateral durante o julgamento. Um embaixador do Brasil com conhecimento das atuais relações entre Brasil e EUA afirmou à coluna que, como negociar com a independência do Judiciário jamais foi uma opção, o país se prepara para mitigar os eventuais danos de uma nova rodada de punições de Washington. Mas que, dada a imprevisibilidade de Trump, é difícil apostar quais poderiam ser elas.

Coluna da jornalista Mariana Sanches, no UOL

Opinião dos leitores

  1. Os Brasileiros de bem clamam por ajuda , Trump precisamos de ajuda , pois aqui no Brasil a ditadura está sendo instalada e a democracia sendo destruida é povo silenciado sem poder expor sua liberdade de expressão

    1. Adora essa tal de Dita Dura dos Minions hahaha Eles podem se expressar e serem cômicos

  2. Sei não! O povo fica desesperado com tanta coisa. Deixe o julgamento acontecer, se for condenado que cumpra a sentença, caso seja absolvido, Brasil. Haverá sempre outros líderes, tanto da direita , da esquerda como do centro. E que a paz reinr no nosso país sem esse extremismo, de preferência com um governo de centro.

VÍDEO: Brasília tem ato pró-Bolsonaro antes de julgamento no STF

Domingo, 31 de agosto de 2025

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizaram, na manhã deste domingo (31/8), uma carreata em direção à residência do ex-mandatário, localizada em um condomínio em Brasília (DF), na região do Jardim Botânico.

Os manifestantes se concentraram inicialmente na Torre de TV, no centro da capital, e se manifestaram com faixas, cartazes e discursos principalmente contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, mas também contra o governo Lula.

Durante o ato, foram erguidas bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel, além de cartazes com frases como “Fora Lula”, “Fora Moraes, buzine!” e “Anistia já”. O grupo partiu em direção ao condomínio Solar de Brasília, onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, por volta das 10h20.

O desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e advogado Sebastião Coelho, que ganhou destaque entre bolsonaristas nos últimos anos por críticas a Moraes, divulgou um vídeo em que explica o objetivo da mobilização.

“Essa nossa luta é por liberdade, por anistia e pelos presos do 8 de janeiro. Não pode continuar esse arbítrio, esse abuso praticado por Alexandre de Moraes. O conservador não tem outro tema a tratar, é ‘fora Moraes’ e anistia para todos”, afirmou.

Em seguida, completou: “O Congresso está faltando com a população brasileira. Se quisesse, já teria resolvido essa situação”.

Metrópoles

Opinião dos leitores

    1. E todos por livre vontade. Não precisa pagar nem distribuir pão com mortadela

Ex-piloto de Fórmula 1 é preso em SP dirigindo Lamborghini receptado

 Domingo, 31 de agosto de 2025

O ex-piloto de Fórmula 1 Tarso Marques, de 49 anos, foi preso por policiais militares, na madrugada deste domingo (31/8), quando trafegava com um carrão de luxo, contra o qual havia queixa de apropriação indébita.

O flagrante ocorreu na Ponte Cidade Jardim, zona oeste da capital paulista, onde o Lamborghini Gallardoss guiado por Tarso foi flagrado trafegando sem as placas fixadas.

“O condutor ao perceber a fiscalização, tentou recolocar as placas, mas foi contido pelos policiais”, diz trecho de nota da PM.

Ao consultarem informações sobre o carrão de luxo, os PMs constataram que ele tinha um registro de apropriação indébita, restrições judiciais e licenciamento em atraso, desde 2013, além de contar com R$ 1,3 milhão em débitos de IPVA e multas.

O carrão também está registrado em nome de uma empresa condenada por práticas ilegais, incluindo pirâmide financeira, acrescentou a PM.

O ex-piloto foi encaminhado ao 14º DP, onde foi preso em flagrante por receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

Metrópoles

Por likes, influenciadora posta foto do namorado morto em acidente e causa revolta na web

 Domingo, 31de agosto de 2025




A namorada de Dengo, influenciadora Samara Mapoua, confirmou a morte nas redes sociais, mas causou revolta ao publicar uma foto em preto e branco mostrando a mão do namorado logo após o acidente. Na imagem, é possível ver que o corpo dele ainda está no local do ocorrido, já que pedaços da carroceria amassada do veículo aparecem na parte superior da foto.

“A fotinha segurando a mão do morto não poderia faltar”, ironizou um internauta.
“Meu Deus do céu, como a pessoa tira foto do morto pra postar no Instagram por likes?”, questionou outro internauta.

O PT e a destruição da FAB: Comandante usa voo comercial e corta expediente por falta de verba

Domingo, 31 de agosto de 2025

A Força Aerea Brasileira, a gloriosa FAB, se apequenou no atual governo.

O próprio comandante, brigadeiro Marcelo Damasceno, deixou de usar aviões militares desde julho diante da restrição orçamentária e da alta demanda de autoridades por voos da FAB (Força Aérea Brasileira).

O comandante tem recorrido a voos comerciais para suas viagens. Ele passou a utilizar as companhias aéreas porque o baixo orçamento para manutenção causou a paralisação de 40 aeronaves e o afastamento de 137 pilotos desde julho.

Uma vergonha!

Fonte: Jornal da Cidade Online

URGENTE: Embaixada do Brasil comunica Trump sobre início de processo de retaliação

 Domingo, 31 de agosto de 2025




Na véspera, o Itamaraty havia acionado a Camex (Câmara de Comércio Exterior) para dar início às consultas e investigações previstas na lei, após autorização do petista Lula. O governo ressalta, porém, que a tramitação será demorada e que há espaço para negociações ao longo do processo.

De acordo com integrantes do Executivo, a notificação abre oportunidade para que a gestão de Donald Trump dialogue com o Brasil, buscando evitar uma escalada comercial.

“A hora que eles quiserem negociar, o Lulinha paz e amor está de volta”, disse Lula, na quinta-feira (28), durante a posse dos novos diretores das agências reguladoras.

Na prática, porém, o ato é visto como um ataque claro contra Donald Trump.

A Camex tem até 30 dias para apresentar um relatório técnico avaliando se a sobretaxa aplicada pelos EUA se enquadra na Lei de Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso e sancionada neste ano. Caso haja respaldo jurídico, será criado um grupo para propor contramedidas, que podem incluir restrições no comércio de bens, serviços e até propriedade intelectual.

O mecanismo brasileiro é frequentemente comparado à Seção 301 da legislação americana, utilizada por Washington para investigar práticas comerciais consideradas injustas e aplicar retaliações. O Brasil passou a ser alvo desse tipo de medida depois que Trump anunciou a nova tarifa.

A tensão toma conta... Mais sanções contra o Brasil podem chegar.

Fonte: Jornal da Cidade Online