domingo, 27 de setembro de 2026

O Brasil inteiro repudia manobras eleitoreiras do PT e de Lula. Num só dia, duas ações abusivas

Domingo, 27 de setembro de 2026

O desespero não consegue mais se suportar dentro do Palácio do Planalto. Já vaza por todos os cantos e recantos do país. A olhos vistos, o governo apela de todas maneiras, inclusive, infringindo as leis eleitorais, e acreditem, tem amparo dentro da própria justiça; diga-se, na maior corte brasileira, o STF, e na própria corte eleitoral, o TSE.

Todos assistiram o ministro Gilmar Mendes fazer vista grossa para o aumento de 15% para o Bolsa Família, por exemplo. Todos sabem que o ministro flávio dino colocou todo o parlamento brasileiro em suas mãos com a questão das emendas parlamentares, e a bel-prazer atinge os adversários políticos.

O governo, recentemente, fez de tudo para dobrar o Congresso Nacional a fim de aprovar o fim da escala 6x1, a famigerada PEC 221/2019. Sob o espectro eleitoral, deu com os burros n’água!

Em pleno final de campanha, a nove dias das eleições, o governo age de forma oportunista e mentirosa, não necessariamente nesta ordem, mas certamente, amalgamadas pelo desespero. 

No mesmo dia, duas ações meramente interesseiras.

A primeira, quis impor uma mentira deslavada para atingir o candidato Flávio Bolsonaro, alegando que ele quer tirar o título da Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil. Nossa Senhora Aparecida é padroeira do Brasil desde 1930, quando o Papa Pio XI assinou o decreto oficializando-a como Padroeira Principal da nação brasileira.

A segunda, creiam, por Decreto-Lei, proíbe o funcionamento das bets no Brasil. O impacto vai ser gigante na economia e aos envolvidos (não os usuários) pela maneira açodada que agiu. Usou do mesmo expediente sorrateiro quando acabou com a conhecida Taxa das Blusinhas, agora no mês de setembro. Em ambos os casos, foi este governo que votou a favor da cobrança do imposto federal de 20% sobre compras internacionais de até US$50 (2024), bem como aprovou e regulamentou as bets no Brasil (2023). Respectivamente, depois de arrecadar 9 bilhões de reais com as blusinhas e 20 bilhões de reais com as bets, o oportunismo eleitoreiro veio como um trator para cima dos eleitores incautos.

Tudo isso mexeu com a sociedade brasileira, de norte a sul, com a percepção coletiva do engodo eleitoral e governamental, prática comum destes gestores, desde o mais humilde cidadão, passando por associações e entidades de diversas áreas, e até pela imprensa, mostrando claramente que este governo ultrapassou a desconfiança do povo e já flerta com a derrota eleitoral ainda no primeiro turno. Isso tem nome: DESESPERO!

Um bom exemplo desta percepção é a Nota que a ABRASEL, entidade que representa o setor de bares e restaurantes do Brasil, divulgou nesta sexta-feira.

Leia:

Abrasel considera tardio e eleitoreiro o pacote do governo contra as bets

A Abrasel avalia que pacote de medidas contra as apostas online anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira (25) chega de afogadilho e pode trazer insegurança a quem empreende no Brasil

A Abrasel e outras entidades do comércio e dos serviços pediram providências contra os efeitos das bets sobre o orçamento das famílias. Projetos de leis foram elaborados e enviados ao Congresso Nacional, mas nunca tiveram o apoio e a atenção necessários por parte do governo. 

As medidas defendidas tratavam a publicidade das apostas como já se trata a de cigarros e de outros produtos nocivos à saúde. "Há muito defendemos restrições às propagandas das bets, a exemplo do que temos para os produtos nocivos à saúde como os cigarros. Lamentável que o governo tenha demorado tanto para agir e que só o tenha feito em função das dificuldades eleitorais de momento. Se houvesse agido tempestivamente e com antecipação, não estaríamos vivendo este drama que traz prejuízos aos indivíduos, às suas famílias, às empresas e ao país", afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.

O governo preferiu interromper de forma abrupta uma atividade autorizada e regulamentada no país. Para a Abrasel, a decisão tomada desse jeito gera enorme insegurança para quem empreende no Brasil. Qualquer negócio passa a correr o risco de acabar da noite para o dia com uma canetada do presidente.

"São novamente interesses puramente eleitorais açodados que trazem enorme prejuízo e insegurança aos envolvidos", diz Solmucci.

"A medida contra as bets é eleitoreira e se equipara, no processo decisório, à proibição da escala 6x1. O mesmo presidente que tolerou as bets até agora, em dezembro não apoiava o fim da escala 6x1. Nos dois casos, o cálculo das urnas se sobrepõe ao impacto sobre a sociedade e economia como um todo"

MAIS TRANSPARÊNCIA: TSE amplia exigências sobre pesquisas eleitorais para o 2º turno

Domingo, 27 de setembro de 2026

Foto: Antonio Augusto/TSE

Os institutos de pesquisa terão de fornecer informações mais detalhadas à Justiça Eleitoral nos levantamentos do segundo turno das eleições de 2026. A medida começa a valer em 5 de outubro, após a realização do primeiro turno.

A iniciativa foi do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, que deverá comunicar oficialmente os institutos nos próximos dias. A mudança não cria novas obrigações legais, mas amplia a transparência dos dados já apresentados no registro das pesquisas.

Entre as novas exigências está o detalhamento da ordem das perguntas feitas aos entrevistados, medida apontada por especialistas como essencial para evitar viés em temas como intenção de voto e avaliação de governo, além de informações mais precisas sobre a população pesquisada, nível de confiança, margem de erro, metodologia e amostragem.

Em julho, Nunes Marques havia proposto um “Selo Acurácia Eleitoral” para destacar pesquisas que mais se aproximassem do resultado das urnas. A ideia foi abandonada após críticas de institutos, que argumentaram que pesquisas representam o cenário no momento da coleta e não funcionam como previsão do resultado.

URGENTE: Candidato vai ao STF, pede impeachment de Moraes, Gonet e Andrei e PM intervém

Sábado, 26 de setembro de 2026

O advogado e candidato a deputado distrital Eric Gustavo (Novo) realizou uma manifestação em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, neste sábado (26), para defender o impeachment do ministro Alexandre de Moraes e pedir o afastamento do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Durante o ato, o candidato fez críticas à atuação das três autoridades e apresentou publicamente os pedidos nas proximidades da sede do STF. A manifestação, porém, terminou com a intervenção da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), que retirou Eric Gustavo do local.

O candidato protocolou no Senado uma representação contra Moraes por suposto crime de responsabilidade. O documento apresentado por Eric consta como em tramitação na Casa.

Veja: 

Grupo terrorista Hamas agradece a Lula por defender palestinos em discurso na ONU

Domingo, 27 de setembro de 2026

oto: Ricardo Stuckert

O grupo terrorista Hamas elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o discurso do brasileiro na 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Ao Metrópoles, o representante político do grupo no Irã, Khaled Qaddoumi, classificou como “positiva” a posição de Lula sobre o conflito em Gaza.

Durante o discurso, Lula criticou as ações do governo de Benjamin Netanyahu na Faixa de Gaza, mas também condenou os ataques do Hamas contra civis israelenses.

“Gerações de palestinos carregarão a dor e o trauma deixados pelo genocídio praticado pelo governo Netanyahu contra mulheres e crianças em Gaza. Civis israelenses pagaram o preço do radicalismo e da intolerância dos atos terroristas do Hamas”, afirmou Lula.

Qaddoumi disse que o presidente brasileiro “escolheu estar do lado certo da história” e afirmou que Lula atua em defesa dos direitos dos palestinos. A posição de Lula sobre o conflito já havia sido elogiada pelo Hamas em 2024, após declarações do presidente brasileiro contra as ações israelenses em Gaza.

Com informações de Metrópoles

[VÍDEO] CAIO JUNQUEIRA: Governo Lula aciona modo vale-tudo pela reeleição

Domingo, 27 de setembro de 2026

O analista político Caio Junqueira, da CNN, afirmou que o governo Lula adotou, na reta final da campanha, uma estratégia que chamou de “modo vale-tudo” pela reeleição. Para Junqueira, o governo passou a anunciar medidas e ações que não haviam sido apresentadas ao longo do mandato, citando reajuste do Bolsa Família, o fim das bets e o uso de temas religiosos.

“O governo acionou nessa reta final de campanha o modo vale-tudo pela reeleição”, afirmou.

O resultado da eleição ainda é imprevisível, mas Lula chega ao momento decisivo com condições competitivas. Ele também alertou para os efeitos desse tipo de estratégia sobre as próximas disputas eleitorais. “O problema do vale-tudo, porém, é que ele bagunça o tabuleiro desta e principalmente das próximas eleições”, comentou Junqueira.