domingo, 1 de fevereiro de 2026

Rombo fiscal fecha 3º ano seguido acima de R$ 1 trilhão no governo Lula

Domingo, 01 de fevereiro de 2026

Foto: Wilton Júnior/Estadão Conteúdo

O setor público consolidado –formado por União, Estados, municípios e estatais fechou 2025 com déficit nominal de R$ 1,076 trilhão, o terceiro ano consecutivo acima de R$ 1 trilhão no governo Lula. Os dados são do Banco Central e incluem gastos com juros da dívida.

Apesar da arrecadação recorde, a dívida bruta do governo geral subiu para 78,7% do PIB, o equivalente a R$ 10 trilhões, alta de 7 pontos percentuais desde o início do atual governo.

Somente em juros, o setor público gastou R$ 1,023 trilhão em 2025, pressionado pela Selic em 15% ao ano. Juros elevados encarecem a dívida e refletem o risco fiscal percebido pelo mercado.

A dívida pública federal atingiu R$ 8,65 trilhões, a maior alta anual desde 2015, e pode chegar a R$ 10,3 trilhões em 2026, ano eleitoral.

No resultado primário, que exclui os juros, o déficit foi de R$ 53,3 bilhões em 2025, aumento real de 6,7% em relação a 2024. Segundo o Tesouro, o governo central teve déficit primário de R$ 61,7 bilhões, após ajustes para cumprir o arcabouço fiscal.

Especialistas avaliam que a regra fiscal em vigor não melhorou as perspectivas da dívida, que segue em trajetória de alta.

Vem à tona revelação envolvendo ex-ministro de Dilma e Banco Master que poderia ter devastado o país

Domingo, 01 de fevereiro de 2026






No documento, com 16 páginas, Leyser se apresenta como diretor da VBG Engenharia e Empreendimentos e afirma que a empresa desenvolveu instrumentos operacionais voltados ao Minha Casa, Minha Vida em parceria com o Banco Master, o Banco Digimais e o Banco Genial. Segundo o texto, a proposta foi discutida em 23 estados, em encontros que reuniram mais de 1,2 mil gestores municipais.

A iniciativa tinha como foco permitir a atuação de instituições financeiras privadas na construção de moradias em municípios com até 80 mil habitantes. Nesse desenho, bancos como o Master receberiam recursos da União e ficariam responsáveis por contratar construtoras para executar as obras habitacionais.

Ao defender o modelo, Leyser argumentou que a chamada “modalidade Oferta Pública” poderia acelerar a execução do programa habitacional. “A modalidade Oferta Pública traz vastas oportunidades ao Ministério das Cidades se o objetivo é impulsionar e dar celeridade à execução do Novo Minha Casa, Minha Vida. Essas oportunidades decorrem da natureza privada das Instituições que participam da Oferta Pública”, escreveu.

Segundo ele, instituições privadas teriam maior agilidade operacional e flexibilidade para criar sistemas e processos adequados às necessidades do programa, especialmente em cidades menores.

“São instituições mais enxutas, com grande capacidade operacional e enorme flexibilidade para criar sistemas e processos que atendam às necessidades do Novo PMCMV, em especial no universo de mais de 5 mil municípios com população igual ou inferior a 80 mil habitantes”, sustentou.

No ofício, Leyser também criticou qualquer tentativa de subordinar bancos privados à Caixa Econômica Federal. “Subordinar a Modalidade Oferta Pública a qualquer tipo de subordinação financeira e/ou administrativa à CEF [Caixa Econômica Federal] significa a inviabilização da participação das instituições financeiras privadas e um desrespeito à própria CEF”, afirmou.

As consequência poderiam ter sido devastadoras ao país, principalmente aos mais pobres. Que situação...

Fonte: Jornal da Cidade Online

Diretor-presidente do instituto de pesquisas mostra o potencial enorme de Flávio nas eleições

Domingo, 01 de fevereiro de 2026




A análise foi feita após o parlamentar se colocar publicamente como um “Bolsonaro mais moderado” durante encontro com empresários em São Paulo, no dia 17 de dezembro.

Na avaliação de Hidalgo, a estratégia tem potencial eleitoral relevante, desde que seja mantida ao longo de toda a campanha.

“Esse discurso do ‘Bolsonaro moderado’ tem tudo para dar certo”, afirmou, ao responder a questionamento do jornalista Augusto Nunes, da Revista Oeste.
“Mas é uma maratona. Precisa ver se ele consegue ficar moderado até o final [da campanha eleitoral]. Se ele seguir assim, tem chance de êxito.”

Segundo o diretor do Paraná Pesquisas, ao se diferenciar do ex-presidente Jair Bolsonaro em aspectos considerados negativos por parte do eleitorado, Flávio pode ampliar sua base de apoio e alcançar eleitores que não votaram no pai.

“Tem que tentar ser diferente [do ex-presidente] nos pontos negativos”, analisou Hidalgo, ao responder pergunta da âncora Paula Leal.

URGENTE: Moraes ordena intimação de deputado em seu Gabinete

Domingo, 01 de fevereiro de 2026





A nova determinação foi adotada após tentativas frustradas de notificação anteriores. Em dezembro, Moraes já havia autorizado a intimação de Gilvan, mas a Justiça Federal no Espírito Santo informou que não conseguiu localizá-lo para cumprir a ordem judicial.

Diante do impasse, o ministro decidiu que a notificação ocorra diretamente no gabinete do deputado, garantindo o andamento do processo. Gilvan é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e terá prazo legal para apresentar resposta à acusação.

“Notifique-se o denunciado Gilvan Aguiar Costa, para oferecer resposta prévia à denúncia, no prazo de 15 dias, nos termos do art. 4º da Lei 8.038/1990 c/c o art. 233 do Regimento Interno do STF, no endereço Gabinete 650 – Anexo IV – Câmara dos Deputados – Brasília/DF”, registrou Moraes na decisão.

Segundo a denúncia assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, o parlamentar utilizou a tribuna da Câmara, em novembro do ano passado, para atacar verbalmente o comandante do Exército. Na ocasião, Gilvan da Federal teria se referido ao general Tomás Paiva como “frouxo”, “covarde” e “general de merda”, em reação a decisões relacionadas às prisões de generais investigados na apuração da chamada trama golpista.

Em razão dessas declarações, o deputado foi denunciado por injúria em duas ocasiões, além de difamação e calúnia. O caso segue sob análise do Supremo Tribunal Federal.

Além de Gilvan da Federal, outro nome envolvido em acusações semelhantes contra o comandante do Exército é o pastor Silas Malafaia, que também responde judicialmente por declarações públicas relacionadas ao general.

Fonte: Jornal da Cidade Online

"Parabéns, Mauro Cid. Você é responsável pelo esfacelamento e destruição de milhares de famílias", detona Carlos Bolsonaro

Domingo, 01 de fevereiro de 2026

"Lavei seus talheres de plástico e ainda consegui arrancar uma risada do meu pai. Objetivo alcançado.
Não relato isso como demonstração emotiva, mas como registro estritamente factual", disse.

Revoltado, Carlos mandou um recado direto a Mauro Cid:

"Parabéns, Coronel Mauro Cid.
Você é um dos principais responsáveis pelo esfacelamento de pessoas de bem e pela destruição de milhares de famílias que não cometeram qualquer crime que justificasse tamanha crueldade. Bom final de sábado a todos!"


Fonte: Jornal da Cidade Online